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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pedra da Gávea

Entre os bairros de São Conrado e Barra da Tijuca no litoral da cidade do Rio de Janeiro há uma grande montanha de pedra, com mais de 800 metros de altitude, surge das águas do oceano Atlântico. Sua parte superior tem a forma de uma gávea, muito comum nas antigas caravelas. Daí o nome, dado pelos portugueses no século 18 : "Pedra da Gávea". Um observador mais atento notará que esta parte superior da pedra, vista do Leblon, se assemelha a um sarcófago egípcio.


Foto da montanha


Portal para o centro da terra

Além da face mais conhecida, voltada para o norte, há uma outra, inacabada, voltada para o sudeste. Por que não foi concluída? A semelhança entre ambas é algo de notável. Há muitas inscrições que não poderiam ter sido feitas pela natureza. A origem dessas inscrições tem sido motivo de discussões por anos e anos, mas parece não haver um maior interesse em esclarecer a verdade.

Construida pelos fenícios que estiveram aqui a mais de 6.000 anos, há quem garanta ser a maior esfinge do mundo o túmulo de um Rei Fenício. As inscrições na esfinge, seu formato e as faces esculpidas dão força a esta teoria:

"LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISNEOF RUZT " (palavras fénicias)

Alguns sinais tambem da esfinge da Gávea chamaram a atenção do Imperador D. Pedro I, embora existam documentos da época do descobrimento que já faziam referência a estes sinais. Em 1963 o arqueologista e professor Bernardo A. Silva traduziu estas inscrições, Lidas de trás para a frente:

" TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL "

Poderia ser a esfinge da Gávea um túmulo fenício?

Sítios fenícios foram encontrados em outros pontos do Brasil, o que confirma a prova que eles estiveram por aqui.
O mistério continua. Enquanto não aparecem novas evidências, a gigantesca face de Badezir continuará a observar a maravilhosa paisagem do Rio de Janeiro e a guardar seus segredos pela eternidade.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Túmulo Vivo

Igor Namyatov, um operador de tratores de 35 anos, foi submetido a uma cirurgia para a remoção do que, inicialmente, havia sido diagnosticado como um tumor. Na verdade, a incômoda intumescência revelou-se como o corpo não-nascido daquele que teria sido um irmão gêmeo do paciente ou seja, as costa de Igor, serviram como túmulo do próprio irmão por 35 anos! O caso tem causado polêmica porque muitos não acreditam na versão oficial dos médicos.

No vilarejo natal de Namyatov comenta-se que o "objeto" removido das costas do tratorista era um organismo extraterrestre. Há quem diga que "Foi uma pena terem removido 'a coisa'. Deviam ter esperado para ver o que aconteceria com o 'allien'. Poderiam ter feito uma grande descoberta científica." A hipótese foi completamente descartada por um especialista em medicina forense encarregado de acompanhar o caso. Namyatov recusou doar o embrião para a pesquisa científica.

Igor Namyatov viveu sem notar nada de anormal em si mesmo até os 15 anos quando surgiram os primeiros sinais do "pequeno irmão": dores nas costas. Os primeiros exames médicos concluíram que a causa era um tumor do tipo nódulo gorduroso, benigno. Vinte anos mais tarde as dores tinham piorado muito. Os médicos decidiram operar e quando abriram o local ficaram surpresos ao constatar que o suposto tumor era, na verdade, um embrião em estágio de desenvolvimento razoavelmente adiantado, dotado de braços, mãos e pernas.


Detalhe: o não nascido


IN MOSCOU NEWS
publicado em 16/01/2006

Túmulo Vivo

Igor Namyatov, um operador de tratores de 35 anos, foi submetido a uma cirurgia para a remoção do que, inicialmente, havia sido diagnosticado como um tumor. Na verdade, a incômoda intumescência revelou-se como o corpo não-nascido daquele que teria sido um irmão gêmeo do paciente ou seja, as costa de Igor, serviram como túmulo do próprio irmão por 35 anos! O caso tem causado polêmica porque muitos não acreditam na versão oficial dos médicos.

No vilarejo natal de Namyatov comenta-se que o "objeto" removido das costas do tratorista era um organismo extraterrestre. Há quem diga que "Foi uma pena terem removido 'a coisa'. Deviam ter esperado para ver o que aconteceria com o 'allien'. Poderiam ter feito uma grande descoberta científica." A hipótese foi completamente descartada por um especialista em medicina forense encarregado de acompanhar o caso. Namyatov recusou doar o embrião para a pesquisa científica.

Igor Namyatov viveu sem notar nada de anormal em si mesmo até os 15 anos quando surgiram os primeiros sinais do "pequeno irmão": dores nas costas. Os primeiros exames médicos concluíram que a causa era um tumor do tipo nódulo gorduroso, benigno. Vinte anos mais tarde as dores tinham piorado muito. Os médicos decidiram operar e quando abriram o local ficaram surpresos ao constatar que o suposto tumor era, na verdade, um embrião em estágio de desenvolvimento razoavelmente adiantado, dotado de braços, mãos e pernas.


Detalhe: o não nascido


IN MOSCOU NEWS
publicado em 16/01/2006