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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Descoberta Imagem de Stegosaurus esculpida em Templo Cambojano

A Ciência convencional diz que os dinossauros foram aniquilados milhões de anos atrás, quer como resultado da mudança climática ou por um meteorito que se chocou com a Terra. Alguns pesquisadores, porém, afirmam que dinossauros podem ter continuado a percorrer partes remotas da Terra até a poucas centenas de anos atrás. Outros alegam até que podem existir algumas pequenas populações de dinossauros sobrevivendo nas mais isoladas florestas do mundo.

Um leitor enviou ao All News Web essas fotos do esplêndido Templo Ta Prohm, no fundo das selvas do Camboja. Este templo é o trabalho da notável civilização Khmer, que durou de 800 d.C. até 1400 d.C.

O templo está coberto com o mais complexo dos entalhes. O leitor que estava visitando a área reparou em imagens muito distintas e claras que parecem retratar um Stegosaurus, indicando que esta criatura poderia ter sobrevivido até a era Khmer na região. Um perito em ruínas Khmer disse que é improvável que essas imagens tenham sido adicionadas recentemente ao templo.

O Stegosaurus foi um quadrúpede espetacular conhecido pelas fileiras de placas ósseas que percorriam suas costas, ao longo da coluna vertebral. De acordo com a ciência convencional essa espécie existiu na América do Norte e morreu a cerca de 155 milhões de anos atrás. Aldeias nas proximidades do templo dizem para manter as tradições deste animal existente até pouco tempo.

Tradução do Inglês feita por Ana Paula Lazarini




Fonte: All News Web

Cientistas encontram carne em fóssil de dinossauro

Agora não restam mais dúvidas: moléculas orgânicas que compunham o corpo de um dinossauro há dezenas de milhões de anos podem, sim, sobreviver ao ataque do tempo. Num trabalho que chega a ser obsessivo, de tão cuidadoso, pesquisadores dos EUA e do Reino Unido comprovaram a presença de colágeno e osteocalcina, duas proteínas comuns no tecido ósseo e muscular de bichos atuais, num dino herbívoro de quase 80 milhões de anos, o Brachylophosaurus canadensis.

É provavelmente o mais próximo que vamos chegar de um "bife" dinossauriano -- ou melhor, de uma coxinha, já que o tecido foi obtido a partir do fêmur do animal (ou seja, do osso da coxa). E as proteínas obtidas mostram que a espécie, assim como os demais dinos, é geneticamente mais próxima das aves do que de qualquer outro vertebrado ainda vivo.

A análise, coordenada por Mary Higby Schweitzer, da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA), e publicada na edição desta semana da revista especializada americana "Science", trouxe à luz uma série de elementos do organismo do finado dinossauro, incluindo vasos sanguíneos, células (possivelmente com núcleos) e a matriz extracelular dos ossos (a "cola" orgânica que mantém as células unidas).


Reconstrução do dino que passou pela análise molecular (Foto: Reprodução)

Célula óssea de dinossauro em meio a uma matriz fibrosa (Foto: Mary Higby Schweitzer)



Fonte:www.sobrenatural.org