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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Por que foram feitas as fraudes das fotos da Lua

Em maio de 1961, quando o presidente John F. Kennedy anunciou ao Congresso que os Estados Unidos "se comprometiam a levar um homem à Lua e devolve-lo são e salvo à Terra antes do final da década", a corrida para a Lua tomava início. A guerra fria estava em seu apogeu e a NASA era uma das armas mais importantes nesta batalha.

A União Soviética, porém, confirmava sua liderança nas conquistas espaciais. Em 1961, havia lançado seu primeiro homem ao espaço além de terem realizado o primeiro vôo orbital em volta da Terra.

Os Estados Unidos somaram um êxito, menos de um ano depois da declaração de Kennedy, quando John Glenn se tornou o primeiro americano a transitar na órbita terrestre. Contudo, aconteceu uma tragédia: em janeiro de 1967, a cápsula Apolo 1 entrou em chamas durante os testes e os três astronautas que estavam à bordo morreram.

Os inúmeros defeitos que causaram o incêndio obrigaram os técnicos a refazerem o desenho da nave. Na NASA, muitos acreditavam que concretizar o ansiado objetivo no prazo fixado, era um empreendimento impossível.

O ex-presidente americano Kennedy
A nave Apollo 11 foi lançada no dia 16 de julho de 1969. Apenas oito anos haviam transcorrido após o presidente Kennedy ter comprometido os Estados Unidos no projeto Lunar. Segundo os teóricos da fraude, este tempo seria insuficiente para tal realização.

Capa da Revista Fator X
As informações desta matéria foram retiradas da Revista Fator X Nº3.
Texto enviado por Zetah.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Pentágono financia pesquisa de telepatia

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos tem uma divisão de pesquisa avançada que é pouco conhecida do grande público mas que é responsável por algumas das mais importantes inovações da nossa sociedade. É a Darpa, sigla de Defense Advanced Research Project Agency (em português: Agência de Projeto e Pesquisa Avançada de Defesa) que, quando ainda não tinha a letra “d” em seu nome, inventou a Arpanet, precursora da internet – que permite a você, para dizer o mínimo, ler este texto. Agora, a Darpa está investindo em uma tecnologia que pode manter os EUA como líder militar do mundo por muito tempo – a telepatia.

De acordo com o blog Danger Room, da revista americana Wired, a abertura de um programa chamado Silent Talk (ou conversa silenciosa) está incluída no orçamento da agência para este ano, com uma verba de US$ 4 milhões. A intenção da Darpa é tentar identificar os sinais neurais existentes na mente humana antes de eles serem vocalizados e inventar uma tecnologia que permita transferir esta “pré-fala” para o interlocutor desejado. Esse processo seria feito por meio de uma eletroencefalografia – o registro gráfico das ondas cerebrais. O resultado seria um equipamento que tornaria mais ágeis e seguras as comunicações entre os soldados no front.

Segundo a Darpa, o primeiro estágio da pesquisa prevê o mapeamento das ondas cerebrais. O segundo é a análise dos padrões para saber se eles se aplicam a todas as pessoas e, por fim, a construção de um protótipo. De acordo com o Danger Room, o projeto é semelhante a uma pesquisa da Universidade da Califórnia financiada pelo Exército e deve dividir as atenções com um outro estudo da Darpa que pretende criar binóculos capazes de ler a mente – e que funcionariam a partir da detecção dos pensamentos dos inimigos quando eles ainda estivessem no subconsciente.



INOVAÇÃO: No futuro, telepartia pode ser mais uma vantagem das tropas americanas


Fonte: Revista Época

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Veja uma análise sobre 8 fotos da lua supostamente falsas

Em 20 de julho de 1969, mais de 600 milhões de pessoas - a quinta parte da população mundial - se emocionavam vendo Neil Armstrong pisando na Lua pela primeira vez.

Em abril de 1970, o mundo prendeu a respiração quando a nave Apolo 13, danificada, regressava a Terra depois de uma fracassada tentativa de alunissagem. Porém, o interesse da opinião pública pela corrida espacial estava diminuindo e continuou decaindo durante as missões seguintes.
Os últimos homens que pousaram na Lua foram os astronautas da Apolo 17, em dezembro de 1972. Porém, antes disso, surgiram várias teorias que falavam na falsificação, sendo que a mais radical afirmava que a NASA (a agência espacial norte-americana) havia inventado as alunissagens, ou seja, o homem nunca teria estado na Lua.

:. Provas Físicas

Uma das evidências mais sólidas de que a NASA levou o homem a Lua são os 340 Kg de amostras de rochas lunares trazidas pelos astronautas das naves Apolo. Ao analisarem estas amostras, os geólogos encontraram várias diferenças entre as rochas lunares e as terrestres.

Algumas continham muito mais ferro, magnésio e titânio, e menos silício e alumínio que as rochas da Terra. Também foi comprovado que outras amostras eram muito mais reativas que as terrestres. Há quem diga que essas rochas poderiam ter sido forjadas em um forno de cerâmica de alta temperatura e então, recolhidas em regiões inexploradas da Antártida.

:. O material fotográfico

Nas missões Apolo, a NASA, utilizou as câmeras Hasselblad de última geração. Normalmente, as Hasselblad são utilizadas para retratos, paisagens e fotos fixas.
Os astronautas levaram as câmeras montadas em uma unidade de controle presa no peito. Possuíam uma lente teleobjetiva fixa de 250mm, e a única coisa que tinham que fazer era direcionar a câmera para a posição correta sem se preocupar com o foco. O cabo de disparo era difícil de ser manuseado devido às pesadas luvas utilizadas, que dificultavam movimentos mais precisos.
As câmeras Hasselblad tiram fotografias quadradas mas a maioria das fotos publicadas pela NASA são retangulares. Isto significa que, provavelmente, foram ajustadas aqui na Terra para se obter a melhor composição possível.

:. A Câmera Mente?

Alguns pesquisadores que estudaram as fotografias sugeriram que a NASA poderia ter ocultado algo. Foram examinadas especialmente oito fotografias das missões mais importantes da Apolo - supostamente tiradas pelos astronautas com câmeras penduradas no peito e sem que fosse empregada outra fonte de luz que não fosse a do Sol -, em busca de evidências que confirmassem essa teoria de fraudes.
Certos aspectos das fotos são difíceis de se explicar de forma satisfatória. Porém, a questão fundamental, independente do homem ter chegado ou não à Lua, é saber qual o motivo de terem sido realizadas montagens fotográficas.


Fonte:Revista Fator X, Numero 02