Mostrando postagens com marcador cientistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cientistas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de maio de 2009

BR: cientistas comemoram captura de 'serpente marinha'

Cientistas de Santa Catarina comemoram a primeira captura de um peixe-remo em toda a América Latina. A espécie é considerada a maior de todos os peixes ósseos do oceano, podendo chegar a medir onze metros de comprimento na fase adulta.

Capturado na última quinta-feira por pescadores na cidade de Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, o animal era tratado como um "peixe desconhecido". Ele foi levado para Itajaí, no norte do estado, para análise.

Nesta segunda-feira, o Museu Oceanográfico da Univali confirmou se tratar do raríssimo peixe-remo, conhecido cientificamente como Regalecus glesn. "Para se ter uma idéia, é a primeira vez que esse peixe é capturado na América Latina", revela Jules Souto, curador do museu e responsável pelo reconhecimento. "Esse é o único exemplar registrado em museus de todo o continente".

O peixe-remo é considerado o maior de todos os peixes ósseos do oceano, podendo chegar a medir onze metros de comprimento na fase adulta.

O peixe-remo é considerado o maior de todos os peixes ósseos do oceano, podendo chegar a medir onze metros de comprimento na fase adulta.

Fonte: Portal Terra
leia a notícia completa »

Cientistas lançam máquina para estudar 'partícula de Deus'

Nesta quarta-feira (10), o maior acelerador de partículas do mundo entrará em operação. A um custo estimado em mais de 3 bilhões de euros, o LHC sondará as entranhas da matéria em busca das respostas que faltam para compreender vários dos mistérios do universo. E a idéia é fazer isso sem destruir o mundo no processo, a despeito de rumores em contrário.

Ei, mas peraí. Miniburacos negros? Mas os buracos negros não são aqueles objetos terríveis que existem nas profundezas do espaço, engolindo tudo que está ao seu redor, até mesmo a luz? Será que é uma boa idéia criar um miniburaco negro no subsolo terrestre?

A imensa maioria dos físicos diz que não haverá perigo algum. "Esses possíveis buracos negros são microscópicos", diz Saa. "Uma vez criados, seriam quase imediatamente destruídos, espalhando diversas partículas com padrões muito peculiares. A imagem do buraco negro faminto, devorando impiedosamente tudo ao seu redor, se aplica apenas aos buracos negros astrofísicos, nunca a buracos negros microscópicos."

Embora os miniburacos negros pareçam ser inofensivos, há uma outra hipótese um pouco mais ameaçadora.

Os vilões dessa vez são chamados de "strangelets". Seriam partículas de um tipo exótico de matéria que não existe normalmente. O problema é que a teoria diz que, se um strangelet conseguisse tocar o núcleo de um átomo convencional, o átomo seria convertido em strangelet. Ou seja, se o LHC produzir strangelets, alguns físicos dizem que eles poderiam interagir com a matéria normal da Terra e iniciar uma reação em cadeia que consumiria o planeta inteiro.

Simulação de como apareceria um miniburaco negro no detector Atlas, do LHC (Foto: Cern)

Simulação de como apareceria um miniburaco negro no detector Atlas, do LHC (Foto: Cern)

Fonte: G1
leia a notícia completa »

Britânicos realizarão maior estudo sobre EQM

Neurologistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, estão se preparando para iniciar o maior estudo de todos os tempos sobre as misteriosas experiências de quase-morte -- eventos em que pessoas dizem ter ido até a fronteira do Além e voltado para contar a história. O trabalho vai monitorar pacientes que passam raspando pela morte em solo britânico, em países da Europa continental e nos Estados Unidos, anunciou a instituição.

O projeto Aware (sigla inglesa de "consciência durante ressuscitação") será liderado por Sam Parnia, especialista em estudos sobre a consciência humana durante a morte clínica. Após 18 meses de um estudo-piloto no Reino Unido, a iniciativa está sendo ampliada para outros países.

Fonte: G1
leia a notícia completa »

Lua de Saturno poderia abrigar vida, dizem cientistas

A uma refrescante temperatura de -180º Celsius, Titã é atualmente fria demais para abrigar qualquer coisa próxima à vida como conhecemos, dizem cientistas. Mas novos estudos reportam fracos sinais de um campo eletromagnético natural na grossa nuvem que a cobre, similares à energia irradiada por relâmpagos na Terra. Acredita-se que foram os relâmpagos que desencadearam as reações químicas que iniciaram a vida em nosso planeta.

"Até agora, não foram observados relâmpagos na atmosfera de Titã," disse o principal autor Juan Antonio Morente, da Universidade de Granada, na Espanha. Mas, afirmou, os sinais detectados "são prova irrefutável da existência de atividade elétrica."

Titã, a Lua de Saturno, pode ter as condições necessárias para abrigar vida

Titã, a Lua de Saturno, pode ter as condições necessárias para abrigar vida

Fonte: Portal Terra

Cientistas ‘fotografam’ exoplanetas orbitando uma estrela pela primeira vez

Os pesquisadores captaram pela primeira vez a imagem de três planetas em torno de uma estrela diferente do Sol. E, em outro estudo, conseguiram a imagem ótica do possível objeto mais frio e de menor massa corporal já "fotografado" fora do Sistema Solar. As “fotos” foram feitas com telescópios terrestres e com o espacial Hubble. Com essas fotografias, os cientistas poderão observar os planetas diretamente. Tornando o estudo mais prático do que supor, por meio da matemática e outros instrumentos, que os planetas estão lá. Os trabalhos foram publicados na revista “Science” desta semana.

Essa é a primeira vez que três exoplanetas -- planetas que orbitam outras estrelas, não o Sol -- têm suas imagens digitalizadas. Geralmente, os pesquisadores concluem que o objeto que observam pelo telescópio é um planeta devido à influência gravitacional que ele sofre pela estrela.

Gráfico elaborado pelo cientista Maley mostra a distância entre os planetas e suas estrelas. (Foto: Editoria de Arte/G1)

Gráfico elaborado pelo cientista Maley mostra a distância entre os planetas e suas estrelas. (Foto: Editoria de Arte/G1)

Fonte: G1

Cientistas querem ressuscitar os Mamutes

Os mamutes estão voltando, e o maior passo já dado para ressuscitar esses animais extintos durante a Era do Gelo foi comunicado nesta quarta-feira (19) por um grupo internacional de cientistas. A equipe conseguiu decifrar 70% do genoma do bicho -- as letrinhas que compõem a receita genética para recriá-lo.

O feito só pôde ser obtido graças a avanços recentes nas técnicas de leitura de DNA, que ao longo dos últimos 15 anos transformaram a decifração de genomas de missão hercúlea e bilionária a procedimento quase banal de processamento de dados.

Os resultados dão a medida exata do avanço tecnológico: as amostras de DNA de mamute estavam fortemente degradadas, tiradas do pêlo de indivíduos que morreram cerca de 20 mil anos atrás e foram preservados no gelo.

Amostra de pêlo de mamute usada para decifração do genoma (Foto: Divulgação)

Amostra de pêlo de mamute usada para decifração do genoma (Foto: Divulgação)

Fonte: G1

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Cientistas chegam perto de recriar origem da vida em laboratório

Recriar a origem da vida em laboratório é um dos maiores desafios da ciência. Mais do que a complexidade dos processos envolvidos, o que conta é a falta de tempo: os cientistas não dispõem de vários milhares ou até milhões de anos na bancada para esperar tudo acontecer diante de seus olhos. Por conta disso, o processo todo precisa ser recriado aos pedaços. E o que pode ser o mais importante deles acaba de ser produzido por uma dupla de cientistas americanos.

Tracey Lincoln e Gerald Joyce, do Instituto de Pesquisa Scripps, em La Jolla, na Califórnia, conseguiram ensaiar os primeiros passos do que os cientistas chamam de "mundo de RNA". Traduzindo do cientifiquês para o português, eles produziram moléculas extremamente simples que são capazes de se replicar e carregar um código genético rudimentar. Seus sucessos foram reportados on-line pelo periódico científico americano "Science".

Fonte: Portal Terra

Linha de alta tensão afeta orientação natural do gado, dizem cientistas

As linhas de alta tensão interferem na habilidade do gado de se orientar de acordo com o campo magnético da Terra.

Pesquisadores que afirmaram em 2008 que a maioria das vacas e dos veados tende a alinhar seus corpos numa direção norte-sul constataram agora que as linhas de força podem desorientar os animais.

Quando estão perto desses fios, os animais analisados tendem a ter orientação aleatória, segundo a pesquisa liderada pelos cientistas Hynek Burda e Sabine Begall, da Faculdade de Biologia da Universidade de Duisburg-Essen (Alemanha).

Foram usadas imagens do Google Earth para estudar pastagens por todo o mundo.

O estudo foi publicado na edição de ontem da revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Em agosto do ano passado, os mesmos pesquisadores disseram que o alinhamento norte-sul era uma resposta ao campo magnético da Terra.

O novo estudo acrescenta mais peso à hipótese, uma vez que as linhas de alta tensão também produzem campos magnéticos. O efeito é mais visível perto das linhas elétricas, e diminui quando a distância delas aumenta.

O vento e as condições meteorológicas também podem afetar a forma como o gado irá se orientar, mas, no geral, cerca de dois terços desses animais tendem a se alinhar na direção norte-sul quando afastados de linhas elétricas.

Imagem mostra gado pastando num campo localizado no Estado do Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com o Paraguai

Imagem mostra gado pastando num campo localizado no Estado do Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com o Paraguai


Fonte: Folha Online