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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Cientistas ‘fotografam’ exoplanetas orbitando uma estrela pela primeira vez

Os pesquisadores captaram pela primeira vez a imagem de três planetas em torno de uma estrela diferente do Sol. E, em outro estudo, conseguiram a imagem ótica do possível objeto mais frio e de menor massa corporal já "fotografado" fora do Sistema Solar. As “fotos” foram feitas com telescópios terrestres e com o espacial Hubble. Com essas fotografias, os cientistas poderão observar os planetas diretamente. Tornando o estudo mais prático do que supor, por meio da matemática e outros instrumentos, que os planetas estão lá. Os trabalhos foram publicados na revista “Science” desta semana.

Essa é a primeira vez que três exoplanetas -- planetas que orbitam outras estrelas, não o Sol -- têm suas imagens digitalizadas. Geralmente, os pesquisadores concluem que o objeto que observam pelo telescópio é um planeta devido à influência gravitacional que ele sofre pela estrela.

Gráfico elaborado pelo cientista Maley mostra a distância entre os planetas e suas estrelas. (Foto: Editoria de Arte/G1)

Gráfico elaborado pelo cientista Maley mostra a distância entre os planetas e suas estrelas. (Foto: Editoria de Arte/G1)

Fonte: G1

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Descobertos planetas similares à Terra perto de estrela morta

Uma nova análise da luz emitida pelas chamadas anãs brancas --objetos cósmicos que são remanescentes de estrelas mortas-- revelou que muitas delas podem ter abrigado planetas similares à Terra no passado.

Estudando imagens que o Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa (agência espacial norte-americana), fez de seis desses cadáveres estelares, astrônomos descobriram que boa parte da poeira em seu entorno é composta de minerais que são comuns em planetas rochosos e asteroides do Sistema Solar.

Essa poeira é provavelmente resto de planetas destruídos, dizem os pesquisadores. Antes de morrer, uma estrela como o Sol incha até se tornar uma gigante vermelha, que aniquila planetas de órbitas mais próximas.

Só depois ela expele suas camadas mais externas e se torna uma anã branca. Como o material remanescente é bem mais fragmentado do que os grandes asteroides e planetas em torno de estrelas vivas, fica mais fácil para astrônomos analisarem sua composição.

O Spitzer já havia observado essa poeira com detalhes em outras duas anãs brancas, mas só agora, com dados de mais seis delas, os cientistas puderam tirar conclusões seguras.

Concepção artística mostra estrela morta cercada por pedaços de asteroide que se desintegra; estrelas podem ter abrigado planetas

Concepção artística mostra estrela morta cercada por pedaços de asteroide que se desintegra; estrelas podem ter abrigado planetas


Fonte: Folha On-Line