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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Imortalidade de Sapos

Ser enterrado vivo e debater-se num caixão até a morte é um medo que apavora muita gente. Entretanto, há provas de que pode haver algo ainda pior... Ficar preso eternamente é talvez uma possibilidade real, senão para o homem, pelo menos para alguns animais... Relatos autênticos desses estranhos casos é o que veremos a seguir.

O "Jornal de Edmonton", Canadá, 13 Dez. 1968, narra que o Dr. Hanz Banzinger, um etmologista suíço a serviço na Malásia, observou os hábitos da Calyptra Eustriga, uma borboleta noturna que pica a pele e suga o sangue. Algumas dessas borboletas adquiriram órgãos bucais tão sólidos que são capazes de perfurar o couro de búfalos, antílopes, cervos, tapires, etc. Os seres humanos que foram picados por essas borboletas dizem "ter a impressão de serem picados com uma agulha abrasante". Esses insetos podem muito bem ser um exemplo de evolução em curso mas existem coisas que nem mesmo Darwin explica.

Persistentes informes sobre a possibilidade de existência de outros tipos de animais levaram o Dr. Mike Tyler da Universidade de Adeláide, Austrália, a ir ao museu de Brighton, em Sussex, para ver suas vitrines de curiosidades. Lá encontra-se uma pequena e grotesca sereia morta (!?) entre restos de animais marítimos e aéreos. A peça mais rara do museu é uma rocha oca encontrada em 1953, com um sapo adulto mumificado em seu interior. O exemplar fora descoberto por um homem chamado Ness, que trabalhava nas estradas. Ele pegou a pedra que, embora sendo bastante pesada, pareceu-lhe pesar menos que o normal e a partiu vindo a encontrar em seu interior o estranho sapo morto. O Dr. Mike Tyler analisou a pedra e deu o seguinte parecer: "Este exemplar que tenho na minha mão me intriga muito e certamente é uma raridade. Contudo, esta pedra particular tem uma abertura numa extremidade. A abertura tem um diâmetro menor que o diâmetro do meu dedo mindinho. Pode-se explicar que o sapo penetrou por esse buraco numa fase em que era muito jovem e só tenha encontrado insetos ali. Há provas de que os insetos se sentem atraídos pêlos sapos, que soltam seu cheiro, que nós detectamos também. Imaginemos a situação: Há um sapo metido numa cavidade dentro de uma pedra. Come insetos até alcançar um tamanho que o impede de sair pelo buraco de entrada e, de fato, este sapo é muito maior que a abertura pela que entrou".

Para explicar esse caso, o Dr. Tyler usou basicamente a mesma teoria criada pelo famoso naturalista inglês Dr. William Buckland, que iniciou uma série de singularíssimas experiências a fim de verificar o que havia de válido nas constantes histórias extraordinárias sobre rãs e sapos que podiam aparentemente sobreviver por períodos muito longos dentro de rochas...

No dia 26 de novembro de 1825, Buckland enterrou vinte e quatro sapos em blocos fechados, alguns em calcário sólido e outros em calcário poroso. Ao desenterra-los, pouco mais de um ano depois, no dia 10 de dezembro de 1826, todos os sapos enterrados em calcário sólido estavam mortos e, é lógico, desde muitos meses. Alguns que se encontravam dentro de calcário poroso, no entanto, continuavam vivos, embora acabassem morrendo de fome quando tiveram que suportar outro ano de prisão em nome da ciência. A morte levara também mais alguns sapos encerrados no tronco de uma macieira. Tendo provado que os sapos (pelo menos os normais) não podem viver por um ano dentro de uma pedra, inteiramente sem ar e que certamente não podem viver dois anos inteiramente sem alimento, declarou o Dr. Buckland: "Podemos, acho eu, encontrar a solução desses fenômenos nos hábitos desses répteis e dos insetos que constituem seu alimento. A primeira coisa que faz o sapo, logo que deixa o estado de girino e emerge da água, é procurar abrigo em buracos e fissuras em pedras e árvores. Um indivíduo que, quando novo, tivesse assim entrado numa cavidade, por alguma abertura muito estreita, encontraria abundância de alimento pegando insetos, que como ele mesmo gostam de abrigar-se em tais cavidades, e pode logo ter aumentado tanto de volume que lhe foi impossível passar outra vez pela abertura por onde entrou. Um pequeno orifício desse tipo com toda probabilidade passará despercebido a operários comuns, que são as únicas pessoas cujas atividades com pedra ou madeira revelam cavidades no interior de tais substâncias".

Evidentemente, isso pode explicar o sapo mumificado preservado no Museu de Brigton, juntamente com o nódulo de sílex dentro do qual se achava. Mas este trata-se provavelmente do único exemplo conhecido de um "sapo no buraco", sendo que outros relatos não poderiam de forma alguma serem solucionados apenas com essa teoria...

Ora, não ocorreu nem a Tyler nem a Buckland a hipótese de que estas aberturas, ao invés de possibilitar-lhes a vida possa ter causado-lhes a morte, justamente por haver viabilizado uma vida normal... Poderiam pois, rãs, sapos, etc. viverem dentro de rochas sólidas por milhares de anos, sem água ou qualquer alimento aparente e até mesmo sem ar? A ciência diz que não. A natureza - se é que isto é natural - prova o contrário.

Achados extraordinários nunca foram exclusividade de cientistas... Assim, um jornal dos Estados Unidos publicou no princípio do século XX a seguinte notícia:

"Foram encontrados lagartos vivos num tufo de pedra de cal das pedreiras de Lux e Talbot, ao norte de Anderson (Indiana). Os operários que escavavam a rocha descobriram uma série de "cavidades". Em cada uma dessas "cavidades" foi encontrado um lagarto vivo. Expostos ao ar depois de retirados, morreram ao fim de alguns minutos. Tinham uma cor acobreada muito original. Alguns deles apenas tinham o sítio dos olhos, não tinham o globo na órbita. Os zoólogos declararam, e isso parece evidente, que os lagartos viviam ali há milhares de anos, tendo sido entaipados, encerrados vivos, no momento da formação da rocha. Não havia hipótese de qualquer passagem de ar para a estranha cela e naturalmente não podia chegar a eles qualquer espécie de alimento..."

Constantemente, mineiros e operários de pedreiras têm contado que, quebrando uma rocha ou partindo um pedaço de carvão, de dentro deles saltou uma rã ou um sapo. Um exemplo típico foi o achado de um geólogo britânico, Dr. Jack Treagus, da Univrsidade de Manchester, descrito num trabalho de 1811 do conhecido geólogo de Derbyshire, White Watson. Conta ele que "em Bolsover Field, em 1795, ao ser partido um bloco de calcário de uma tonelada e meia, no centro dele foi descoberto uma rã viva, que morreu imediatamente".

Livros antigos como White World, de 1811, contém informes espetaculares como, por exemplo, o de um sapo encontrado vivo em Eastwood, Bucólia, soterrado numa mina de carvão. O seguinte trecho constitui parte da narrativa do livro: "O Autor está em posse de um sapo seco, que foi retirado vivo deste Estrato a quarenta jardas da superfície na cova Fire Engine da mina de carvão de Eastwood, mas morreu imediatamente sob exposição ao ar; isto foi presenteado a ele por Mr. Gervas Bourne de Eastwood, de cuja extensiva Coleção de Vegetais, e outros tipos de Fosseis daquelas vizinhança, impressiona em Ironstone &e. isto forma uma parte."; O livro diz também que encontraram-se vivos dois sapos em um pedaço de mármore e cita: "N. B., o operário empregado alguns anos atrás, ao retirar este mármore da Mina, em Cowden, perto de Ashford, ao quebrar um bloco solido, encontrou no centro (por) baixo, dois Sapos vivos, à distância aproximada de seis palmos um do outro, que morreram imediatamente em exposição ao ar."

Numa carta ao jornal Times, em 17 de setembro de 1862, um leitor, John Scott informava sobre dois sapos encontrados num buraco, um dos casos lhe fora contado por um conhecido, Ramuel Goodwin, que encontrou o sapo metido numa pedra de um metro e meio que depois foi parar nos porões da prefeitura de Birmlacham: "Sapos em Hulha (...) "- Quando eu trabalhava na mina de Kettlebrook, com Charles Alidridge, nós vimos uma pedra com cerca de quatro pés de espessura, bastante sólida. Abatido no centro havia um sapo aproximadamente do tamanho de meu punho, e um buraco com cerca de duas vezes este tamanho. Nós o tiramos dali, e ele viveu cerca de quase uma hora, e então morreu. Nós trabalhamos a pedra. Ela foi usada (...) na prefeitura de Birminghan. "

Também em outros séculos, menos "científicos" e mais perdidos no passado, esse mesmo fenômeno foi diversas vezes constatado. O coronel A. Rochas, no seu livro La Suspension de la Vie (Dorbon, Paris, 1913), conta os fatos seguintes:

Segundo Georges Agricola, em De Animalibus Subterraneis (1546), encontraram-se em Imberg e em Mansfeld rãs encerradas em pedras tão sólidas que não se lhes notavam qualquer abertura quando eram fendidas com as cunhas.

Fulgose, na obra De Mirabilius (1565), fala de um sapo que fora encontrado no Outono em condições semelhantes, e de um verme, igualmente vivo, que fora retirado do meio do cascalho.

Th. Monfet da a seguinte indicação na sua obra "Insectorum sive minimorum Theatrum":

"Retulit mihi Foelix Plateurus dignissimus Medicorum Basiliensum Antistes, se in centro magni lapidis serra divisi, vivum bufonem a natura inditum repensse..."

Alexandre Tassoni, que viveu no princípio do século XVII, conta que, no seu tempo, os operários que trabalhavam na pedreiras de Tívoli, perto de Roma, encontraram num grande vazio que havia no meio da rocha um caranguejo vivo com o peso de quatro libras.

Em 1862, os mineiros de Tilery, perto de Newport (Inglaterra), descobriram um sapo vivo dentro de um bloco de hulha com vinte e cinco centímetros de espessura e aproximadamente dois metros de comprimento. Este bloco estava enterrado a duzentos metros de profundidade e foi preciosamente conservado pelos mineiros para ser exibido numa exposição de produtos hulhíferos.


Em 1933, um cientista americano contou para a imprensa a história de como foi encontrada uma rã que foi chamada de "Old Rip" (ver foto acima), em homenagem a seu descobridor. Aparentemente, esta rã vivera trinta e quatro anos dentro do cimento de uma estrada em Nova York. - Abaixo o local onde Rip foi encontrada (Scientific American, dezembro de 1933)

Em Ouvres, de Ambroise Paré (edição in-fólio, p. 664) lê-se o seguinte:

"Estando numa pequena propriedade minha, perto da aldeia de Meudon, onde eu mandara partir pedras grandes e sólidas, foi encontrado no meio de uma delas um grande sapo vivo. Não havia nenhuma abertura na pedra, e maravilhei-me como é que aquele animal tinha podido nascer, crescer e ter vida! Então o trabalhador disse-me que não me espantasse, porque muitas vezes tinha encontrado aqueles animais no interior de pedras que não possuíam qualquer vestígio de abertura..."

Aldovrandi, na sua obra, De Testaceis (fólio 81), publicada em 1642, fala de um sapo que foi descoberto em Antuépia por um operário que serrava uma grande pedra.

Em 1698, Richardson, um inglês, redigiu a Iconografia dos Fósseis de Inglaterra que citamos aqui:

"Quando vos escrevi, há oito anos, acerca de um sapo encontrado no meio das pedras, eu próprio estava presente quando partiram a pedra e fui imediatamente advertido pelos operários. Vi aquele animal e o sítio em que se tinha colocado. Esse sítio era no meio de uma pedra que não tinha qualquer buraco que pudesse ser notado à vista desarmada! Lembro-me muito bem do sítio onde estava colocado o animal: era mais duro do que todo o resto da pedra..."

Brandley, na obra Acta Eruditorum (1721, p. 370) conta que foi testemunha da descoberta de um sapo na cavidade de um grande carvalho, e que no seu tempo foi apresentado à Sociedade Real de Londres um sapo encontrado numa grande pedra.

Podem ver-se alias, na História da Academia de Ciências (de 1717 a 1731) e na Philosophical Acount (1721), do mesmo Brandley, quatro outros casos de sapos descobertos em grossos troncos de árvores, sem se saber como foram aí introduzidos.

Em 1760, foi encontrado numa parede de Raicy um sapo que, segundo a data da construção, se supõe ter estado entaipado durante 40 anos.

A 23 de Junho de 1851, três operários que trabalhavam no aprofundamento de um poço no cais de Blois tinham atingido dezenove metros abaixo do solo, através de um banco de mármore com 9, 73 m, um banco de calcário com 6, 66 m, um banco de tufo com 0, 85 m, quando alcançaram uma camada úmida composta por sílex e argila gordurosa, um metro mais abaixo encontraram um enorme sílex, que teria de ser partido para ser içado na celha de evacuação do entulho. Entre os dois fragmentos de uma pasta homogênea, sem qualquer vida, encontrou-se uma espécie de geode incrustado de uma camada fina de calcário. No interior da cavidade, encontrava-se um sapo com vida, enchendo perfeitamente a dita cavidade, que estava como moldada sobre ele.

O doutor Monnin apresentou-o em Paris, na Academia das Ciências, no dia 21 de Junlho de 1851, onde foi examinado por uma comissão composta por Elie de Beaumont, Floureans, Milne Edwards e Duméril. O sapo só morreu no dia 11 de Agosto de 1851. A descrição destes fatos pode ser encontrada nos relatórios da Academia das Ciências dos anos 1851 (tomo XXXIII, pp. 105-115, 115-116, 300, 389), 1852 (tomo XXXIV, p. 26) e 1860 (tomo IV, pp. 973-975).
Apesar dos testemunhos dos operários, do doutor Monnin e dos seus colegas da comissão, certos membros da Academia das Ciências negaram o fenômeno, assim como mais tarde afirmariam que os sons que emanavam do primeiro fonógrafo eram produzidos por ventriloquia ou como os seus predecessores negaram, no século XVIII, a existência de aerolitos...

Na sua obra La Suspension de la Vie, o coronel Rochas cita muitos outros casos do gênero. Observe-se, contudo, que ele não trata apenas de sapos - apesar destes constituírem a grande maioria - mas eventualmente, de lagartos, vermes e um carangejo. Isso prova que seja lá o que for que da vida eterna a estas criaturas não é um "dom" exclusivo de rãs e sapos...

Ora, sabemos que existem animais que podem viver períodos curtos de tempo, ou até mesmo um ano ou mais sem alimentos ou água mas não existe, para a ciência, possibilidade alguma de que possam permanecer nestas condições indefinidamente e muito menos de que vivam centenas ou milhares de anos. Não estou dizendo que estes animais, isolados do meio ambiente, deixaram de se alimentar mas sim que podem ter descoberto uma outra maneira aparentemente mais perfeita de o fazer pois nem sequer deixam fezes! E, seja lá o que for que fizeram, livrou-os da morte... Não foi o meio que os tornou imortais pois se assim fosse, os sapos do Dr. William Buckland teriam sobrevivido e também não foi alguma coisa própria de todos sapos pois se fosse assim todos os sapos soterrados, encerrados, etc. sobreviveriam, o que não ocorre. Além disso, outros animais também sofreram experiências análogas. Resta portanto pensar que foi alguma coisa própria do instinto - pois não se consideram animais como seres inteligentes - deste ou daquele sapo, rã, lagarto, etc. que possibilitou sua sobrevivência.


Este sapo saiu vivo de um pedaço sólido de carvão, num fogo aceso pelo senhor Bersen* em sua casa em Barkstreet* e embora não tenha boca nem reto viveu cinco semanas mais.

- O Caso mais Surpreendente

Talvez, o exemplo mais impressionante de imortalidade no cárcere seja o seguinte caso extraído do The Illustrated London News de 9 de fevereiro de 1856, pág. 166:

"Uma descoberta de grande importância científica ocorreu em Culmont (Alto Marne). Trabalhadores ocupados em cavar um túnel, que permitiria a ligação das vias férreas de Saint-Dizier e de Nancy, explodiram um enorme bloco de pedra e estavam prestes a quebra-lo em pedaços, quando de uma cavidade que ali havia, viram sair subitamente um ser vivo de forma monstruosa. Esta criatura, que pertencia a uma classe de animais, até aqui considerada como desaparecida, possuía longo pescoço e goela guarnecida de pontudos dentes. Sustentava-se sobre as quatro longas patas que se reuniam por duas membranas, sem dúvida destinadas a levá-lo ao ar e, terminavam por quatro dedos armados de longas garras aduncas. (...) Suas asas membranosas, distendidas, atingiam uma envergadura de 3,20 metros. Sua cor, de um negro plúmbeo, a pele nua, espessa e oleosa, seus intestinos continham um líquido incolor como água clara. Aproximou-se da luz, o monstro deu alguns sinais de vida mexendo as asas, mas expirou logo depois, emitindo um grito rouco. Esta estranha criatura, a qual se pode dar o nome de fóssil vivo, foi trazida à Gray onde um naturalista, versado no estudo da paleontologia, imediatamente o reconheceu como pertencente ao gênero Pterodactylus anas, do qual muitos restos fósseis foram encontrados nas camadas que os geólogos designam por Lias. A rocha na qual o monstro foi descoberto pertencia precisamente a esta formação cujo depósito é tão antigo que os geólogos o remontam a mais de um milhão de anos. A cavidade na qual o animal estava alojado, apresentava um molde exato de seu corpo, o que indica que ele foi completamente envolto pelo depósito sedimentário (Imprensa de Gray)."

Veja que alguns desses seres fizeram mais do que sobreviver milênios, eles também não "assaram" quando lavra vulcânica caiu sobre eles resultando na posterior formação das rochas que seriam sua prisão... Agora pensemos: se répteis, anfíbios, vermes, carangejo, etc. e até um pterodactilo puderam desenvolver esta propriedade do meio do nada, isto pode muito bem ser válido para outros seres vivos, talvez, até mais evoluídos...

Um outro mistério ainda sem explicação é: Por que eles morreram depois de serem retirados de suas "prisões"? A maioria dos relatos indicam que os seres morrem logo após "entrar em contato com o ar" mas estes animais podem não ter morrido especificamente por causa da ventilação arejada mas, talvez por outras razões ou até mesmo devido à mudança brusca em sua maneira de viver. Eles se adaptaram tão bem àquela forma de vida que alguns tiveram seu corpo modificado, como os lagartos que perderam os olhos ou o sapo sem boca e ânus. De qualquer forma, existem relatos de animais que sobreviveram por algumas horas ou até semanas depois de retirados do confinamento. Mesmo assim ainda é muito pouco tempo de vida em liberdade.

Bibliografia:

Arthur C. Clark. Enigmas sem Solução. (em vídeo) Edições Del Prado.
A. Rochas. La Suspension de la Vie. Dorbon, Paris, 1913.
Jacques Bergier e Grupo INFO. O Livro do Inexplicável. Ed. Hemus. 1973.
Robrert Amberlain. O Vampirismo. Livraria Bertrand, 1978.
Simon Welfare & John Failey. O Mundo Misterioso de Arthur C. Clarke. Livraria Francisco Alves Editora S/A, 1982.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Identificada sinestesia em que se 'ouve' imagens

Cientistas americanos identificaram um novo tipo de sinestesia, em que pessoas
"ouvem" aquilo que estão vendo. A sinestesia é uma condição neurológica benigna
em que o indivíduo associa impressões percebidas por sentidos diferentes.

Há casos, por exemplo, em que a pessoa associa cores a palavras. Outras
associam cores a números ou letras, ou sentem gostos quando tocam objetos.

A até então desconhecida forma de sinestesia foi indentificada pela
pesquisadora Melissa Saenz, do California Institute of Technology, nos Estados
Unidos, e descrita em um artigo publicado na revista científica Current
Biology
.

O estudo é tema de um artigo publicado na revista de ciência New
Scientist
.

Fonte: Portal Terra
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Cadáver abre os olhos em funeral e causa polêmica

As autoridades dominicanas ordenaram neste terça-feira o sepultamento de uma adolescente de 14 anos que foi declarada clinicamente morta no sábado passado, mas que segundo seus parentes, teria aberto os olhos e defecado no caixão, o que provocou um grande susto entre seus parentes. A jovem foi declarada morta pelos médicos que a atenderam no hospital Arturo Grullón da cidade de Santiago (norte). A autópsia praticada no cadáver indicou que sua morte havia se dado por intoxicação com propanol. No entanto, os pais da menina, Juanito Burgos e Juliana Rosa, disseram à imprensa que, durante o funeral, sua filha abriu os olhos e defecou, motivo pelo qual a levaram outra vez ao hospital, onde os médicos confirmaram que estava mesmo morta.

Fonte: Portal Terra
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Os campeões da modificação corporal

A visita da artista performática francesa Orlan ao Brasil reacendeu a polêmica que ela mesma provocou no início dos anos 90, ao transmitir ao vivo pela TV as cirurgias que modificaram seu rosto – incluindo o implante de um par de chifres na testa. Enquanto os médicos cortavam sua pele, Orlan fazia pinturas com o próprio sangue. A artista veio ao país para um ciclo de palestras sobre “arte carnal” em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Modificar o corpo com adornos, pinturas, perfurações, implantes, deformações ou mutilações faz parte dos hábitos e tradições dos mais diferentes povos, de africanas pescoçudas e índios brasileiros “bocudos” a velhinhas chinesas com pés de boneca – foi moda durante muito tempo na China enfaixar os dedos virados para baixo desde a infância para o pé parecer menor. Hoje, com a explosão das tatuagens e piercings, homens e mulheres de todo canto do planeta se sentiram motivados a modificar seus corpos radicalmente. Reunimos imagens de pessoas que, de tão “tunadas”, já nem parecem seres humanos.
Erik Sprague quer virar um lagarto. (Foto: Divulgação)

Erik Sprague quer virar um lagarto. (Foto: Divulgação)

Dennis Avner, o homem-tigre. (Foto: Divulgação)

Dennis Avner, o homem-tigre. (Foto: Divulgação)

Fonte: G1
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Hidra: o animal que se reorganiza após ser centrifugada

A hidra -batizada com o nome do monstro mitológico que ganha outra cabeça sempre que lhe decepam uma de suas muitas- tem um poder fantástico de se recuperar de mutilações em seu ambiente natural. Mas é em laboratório que o bicho realmente impressiona. A física Rita de Almeida, da UFRGS, ensina a receita. Pegue de 20 a 50 hidras e pique-as em pedacinhos. Coloque-os em uma solução que desgruda as células umas das outras. Ponha a solução em uma centrífuga, para embaralhar completamente as células. Depois de algumas horas, as células que não morreram se juntam. Disforme no início, o agregado de células se organiza, assumindo a forma de uma esfera, feita de duas camadas. A camada externa (ectoderme) e a interna (endoderme) são feitas de células de dois tipos. Após dois ou três dias de movimentos e transformações, surge uma nova hidra.
Três fases da ressurreição da hidra: no momento zero, cerca de uma hora depois e 65 horas depois

Três fases da ressurreição da hidra: no momento zero, cerca de uma hora depois e 65 horas depois

Fonte: Folha Online
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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Humanos Autótrofos

Hira Ratan Manek, 69 anos, de Bidhavad, Índia - afirma que há 11 anos alimenta-se unicamente de luz do sol e água. Olhando fixamente para o sol, Manek diz que recebe nutrientes do "astro-rei". A prática é controversa por muitas razões: muitos acreditam que fixar os olhos diretamente no sol pode causar desde lesões nos olhos até a cegueira. Oftalmologistas advertem sobre esse perigo.


Hira Manek - autótrofo indiano, há 11 anos sem comer, alimenta-se da luz do sol.

Manek explica que olha fixamente para o sol somente ao raiar do dia e no crepúsculo, sempre descalço, com os pés em contato direto com a terra: "Isso faz muito bem. Aqueles que praticam essa contemplação adquirem saúde total para o corpo, a mente e o espírito, sem qualquer custo mas somente nesses horários." Ele estudou a contemplação do sol muitos anos e desde junho de
1995 passou viver consumindo apenas energia solar e água. Ocasionalmente, por mera gentileza social, ele bebe chá ou café.

De acordo com Manek e outros adeptos, essa contemplação foi praticada em numerosas culturas antigas: entre os egípcios, astecas, maias, índios norte-americanos além de indianos e tibetanos. A abstinência de alimentos convencionais é suprida pela captação da energia solar, que seria capaz de prover todas as necessidades do metabolismo.

"O que nós comemos tradicionalmente, vegetais, carnes, derivados do leite, são fontes secundárias de uma energia que, primariamente vem da luz do sol. O corpo tem um mecanismo capaz de captação direta dessa energia que pode ser armazenada para utilização gradual conforme a demanda das funções físicas."

A prática eleva os níveis da força física e extingue a sensação de fome ou apetite. Recentemente, o Pravda publicou um artigo sobre outro caso de "comedores de sol": "Ukrainian man eats only sunshine and lives by the law of flowers".

Sem comer e sem beber

Hira Ratan Manek não é o único que vive sem comer. Enquanto em todo o mundo os supermercados quase sempre estão congestionados pelo burburinho dos clientes com seus carrinhos lotados de gêneros alimentícos, caixas, latas, saquinhos, frutas, verduras, sangrentos pacotes de carne, um pequeno grupo de pessoas está livre da escravidão das filas de caixa e das despesas com a "despensa"; são os adeptos de uma "nova ordem alimentar": os autótrofos! A palavra designa aqueles cujo organismo produz seus próprios nutrientes, como plantas. Irina Novozhilova, presidente de um centro proteção dos direitos do animais fala sobre esses curiosos praticantes do "jejum das coisas
materiais":

"A idéia de renunciar à comida apareceu há muitos anos atrás. Filósofos russos, como Vernadsky, conceberam a possibilidade viverem ou se alimentarem de alguma coisa que fosse não-material. Vernadsky estava convencido que o homem é uma criatura energética que poderia nutrir-se da energia proveniente do espaço. Hoje, algumas pessoas comprovaram que é possível viver uma vida normal sem alimento físico, material."

"Todos os seres vivos do planeta, de acordo com o modo de se alimentar, são classificados em duas categorias: autótrofos e heterótrofos. A maioria das plantas pertence à primeira categoria: recebem ou captam energia de substâncias não-orgânicas, como ar, água (que possui componentes minerais) e luz do sol que são processsados durante a fotossíntese. Homens e animais estão na segunda categoria, heterótrofos: nutrem a si mesmo consumindo outros seres vivos. As pessoas que, atualmente, conseguem viver de energia solar e de energia proveniente do espaço cósmico são semelhantes às plantas em termos nutricionais."

Existe um grupo de autótrofos em Moscou. Eles se reúnem no Museu Konstantin Vasiliev onde falam de suas experiências. Ali conhecemos mulheres que amamentaram seus bebês e não comem nem sequer bebem água. O processo para se tornar autótrofo é gradual: primeiro, a pessoa torna-se vegetariana, depois, aos poucos, também o consumo de vegetais é excluído da rotina diária bem como o consumo de qualquer tipo de líquido, até mesmo a água. Os autótrofos não bebem nada.

Comer moderadamente não é pernicioso para a saúde mas os autótrofos decidiram abrir mão da prática de comer produtos orgânicos porque não se sentem confortáveis sabendo que sua vida depende do extermínio de outras vidas. É preciso destacar que ninguém se torna um autótrofo da noite para o dia. É um processo feito em etapas, caso contrário, poderia ser realmente danoso para o corpo. Suprimir a comida e a bebida, com um anoréxico pode, no mínimo causar, problemas como a desidratação, fraqueza e anemia.

O iogue indiano Pralad Djani, 70 anos, é um dos mais conhecidos autótrofos contemporâneos. Esse homem não come nem bebe nada desde os seis anos de idade. Ele foi examinado por médicos, monitorado por câmeras em um aposento isolado equipado com um banheiro. Seu corpo continou funcionando; ele urinava normalmente. O iogue explicou que absorve água presente no ar.


Na Rússia, Zinaia Baranova, uma senhora da cidade de Krasnodar, 67 anos, é uma autótrofa famosa. Ela vive sem comer ou beber há quatro anos e meio.

Cientistas do Bauman Institute examinaram seu organismo e ficaram surpresos porque a idade biológica de Zinaia corresponde a 20 anos. Os médicos dizem que os autótrofos representam a emergência de um novo tipo de ser humano:
nutricionalmente autosuficiente. Pesquisas já provaram que certos nutrientes que, acreditava-se, somente podiam ser obtidos pela ingestão de carne, podem ser produzidos pelo próprio organismo, como a vitamina B12 e outros aminoácidos.

Nikolay da Ucrânia - Quase Autotrófo

Na Ucrânia, existem cerca de 30 autótrofos, na região de Denpr. O líder ideológico desse grupo é Nikolay Dolgoruky (ou Mykola Dolgorukiy), 49 anos (em 2006). Ele já se acostumou com câmeras e microfones. É procurado pelos mídia com freqüencia. Quase-autótrofo, um "comedor de sol", como ele mesmo se define, sua aparência é muito saudável e mística: ele veste uma túnica laranja com um sol estampado no peito. Sua renúncia à comida é "uma opção espiritual" - e argumenta - "Por quê todas as religiões do mundo têm períodos de jejum? É uma forma de limpar a alma e estimular o homem a pensar mais sobre a vida e os desejos mundanos. Abster-se da comida significa enfraquecer as depêndencias carnais.

Há muito tempo atrás, Dolgoruky era um engenheiro mecânico mas sempre se sentiu atraído pelos fenômenos incomuns e misteriosos. Estudou história das religiões e colecionou artigos sobre ioga e budismo publicados em jornais soviéticos. Em 1980, tornou-se vegetariano:

"Naquele tempo, virar vegetariano foi uma façanha, uma conquista. Eu nunca tinha ouvido falar nada sobre 'comedores de sol'. Depois de 14 anos de vegetarianismo eu entendi que meu corpo não precisava de comida convencional e estava preparado para sobreviver apenas com a luz do sol: primeiro, abandonei os alimentos mais grosseiros; comia somente vegetais, frutas e grãos. Depois, abandonei líquidos, como o chocolate quente e também os brotos vegetais e frutos, como nozes, amêndoas etc.. Um dia eu percebi que podia dispensar a comida completamente. Desde então eu tenho vivido seguindo uma dieta de chá com mel, água quente e sopa com pedaços de peixe. Água ou chá, eu posso consumir até dez chícaras por dia. No mais, eu me alimento de luz do sol e energia cósmica. Eu posso sentir que meu sangue rejuvenesceu. Parei de sentir fome há muito tempo. O sol me dá forças que se armazenam como se eu fosse uma bateria. Algum dia todas as pessoas serão capazes de viver com energia solar, como árvores e flores".


Nicolai Dolguruky, que vive em Dnepr, Ucrânia, alimenta-se de "prana" e sol.

Olhos Azuis

"Sun eaters" são facilmente reconhecidos: eles têm olhos extremamente azuis; Dolgoruky explica: "Os olhos ficam dessa cor quando você contempla o sol e o céu por longos períodos. Os olhos ganham poderes divinos e são purificados das coisas mundanas." Os primeiros meses de abstinência de comida são muito difíceis: "Eu tinha pesadelos, via brioches, sentia o cheiro de carnes, de toucinho... Hoje posso freqüentar um restaurante e a comida não desperta desejos em mim."

Depois que abandonou a comida, Dolgoruky adquiriu faculdades metafísicas:
"Primeiro, eu obtive o dom de curar e tenho curado muitas pessoas. Também posso sentir a velocidade dos meus pensamentos. A energia que se gasta no processo de digestão é redirecionada para outras funções. Consequëntemente, a expectativa de vida aumenta, células e orgãos ficam purificados, limpos, e a consciência se torna mais clara. A capacidade intelectual sofre uma expansão notável."

Este estranho indivíduo é um chefe de família. Sua mulher, Lyubov e sua filha Maria não são "sun eaters" mas também vivem um cotidiano alternativo.

Próxima à casa da família, Dolgoruky construiu uma pirâmide proporcionalmente semelhante às pirâmides do Egito. Ali ele vive no inverno, quando os dias têm pouca incidência de luz solar. É na pirâmide, também, que ele recebe as pessoas que o procuram em busca de cura para doenças. Durante a gravidez, sua mulher passou muito tempo na pirâmide onde comunicava-se mentalmente com o feto; Maria, ainda no ventre materno, escolheu o próprio nome. O parto também aconteceu na pirâmide. Em Kyiv, seguidores de Dolgorukiy estão construindo sua própria pirâmide.

Na Rússia, cientistas do Institute of Alternative Abilities of the Human Brain, Moscou, estão interessados no fenômeno. Examinaram Nikolay mas não acreditam na autosuficiência nutricional. Afirmam que não é o sol que alimenta o ucraniano; na verdade, são nutrientes comuns que sustentam o "comedor de sol": a água, os chás, o mel e as porções de peixe são suficientes para o funcionamento do metabolismo e eliminação de toxinas fornecendo os elementos necessários para a manutenção da saúde, como cálcio, proteína, carboidratos e sais minerais. Par os médicos, o corpo de Nikolay é saudável graças a essa dieta aliada a um estilo de vida que favorece a boa condição física; isso sem contar o poder da autosugestão e da força de vontade.

FONTES:
Man lives for 11 years eating only sunlight - PRAVDA ENGLISH - publicado 28/08/2006
Autotrophs: new kind of humans appears who neither drink nor eat - PRAVDA ENGLISH - publicado 13/01/2005
Ukrainian man eats only sunshine and lives by the law of flowers - PRAVDA ENGLISH - publicado 02/06/2006
The story of a sun eater - WEEKLY.COM - publicado 29/03/2006


Gigantes: Muito além da mitologia

Gigantes são, geralmente, considerados como personagens mitológicas; fantasia de estórias infantis ou exagero dos relatos históricos e religiosos, símbolos de poder, figuras criadas pela imaginação dos antigos. Sendo assim, como explicar as peças arqueológicas que remetem à existência destas criaturas? Esqueletos, monumentos ciclópicos, encontrados em todo o mundo, cuja engenharia a ciência contemporânea não consegue explicar? Com tantos relatos e evidências não seria absurdo supor que eles existiram e desempenharam um papel muito importante na história da raça humana.

Os cientistas resistem em aceitar essa idéia. A confirmação da existência destes seres provocaria, necessariamente, uma mudança radical em mais de uma área do conhecimento: história, biologia evolucionista, arqueologia, antropologia. Entretanto, a busca da verdade científica exige flexibilidade de pensamento capaz de rever as teorias ortodoxas diante de descobertas inesperadas que, eventualmente, venham a acontecer

Gigante
Daniel Pagan Connell / FONTE: http://www.irtc.org/stills/2000-06-30/view.html

Um exemplo clássico de referência histórica à existência de gigantes é um texto da Bíblia judaico-cristã:

Quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas e escolheram esposas entre elas. O Senhor então disse: "Meu espírito não permanecerá para sempre no homem, porque todo ele é carne, e a duração de sua vida será só de cento e vinte anos. Naquele tempo viviam gigantes na terra, como também daí por diante, quando os filhos de Deus se uniam às filhas dos homens e elas geravam filhos. Estes são os heróis, tão afamados em tempos antigos. [GENESIS 6:1-4]

Os registros sobre os gigantes aparecem sempre relacionados a uma época bem anterior ao "Adão bíblico". Muitos estudiosos, entre os quais o mais popular é autor de best sellers Eric Von Daniken (Eram os Deuses Astronautas e outros), têm interpretado os "anjos caídos" ou a "queda dos anjos" como uma visita de seres extraterrestres que chegaram a este planeta em um tempo que a ciência ortodoxa denomina de pré-história. Tais seres teriam realizado um mega-processo de colonização da Terra que incluiu interferências na atmosfera e experiências genéticas cujo resultado foi a espécie humana; uma espécie que evoluiu através de diferentes tipologias cuja descendência é a humanidade contemporânea.

Uma das "pistas" mais citadas para a interpretação das personas angélicas com seres de outros planetas é a palavra "elohim", que também aparece no Gênesis bíblico referindo-se ao "Criador de todas as coisas", o "o Senhor". Ocorre que "elohim" é uma plural que significa "deuses", em contraposição ao singular "Elohi". Outra palavra que sugere um Criador ou uma criatura humanóide é "Jeová", cuja análise etmológica revela a contração de dois vocábulos hebraicos "Yod + Eva", mais precisamente, "Jah-Hovah" ou ainda "Jod-Hoavah", duas palavras que se referem a "macho" e fêmea", respectivamente, ou seja, um ser hermafrodita.

A Doutrina Secreta defendida pelos adeptos da Teosofia apresenta uma teoria completa da evolução das raças humanas ou Antropogênese, começando por seres etéreos e assexuados, passando por densificação dos corpos, da forma, pelo hermafroditismo chegando, finalmente, às primeiras raças sexuadas com indivíduos machos e fêmeas. A Teosofia mantém essa hipótese sem nenhum recurso à interferência de extraterrestres, atendo-se apenas a concepção de evolução humana em tempo simultâneo ao próprio surgimento da Terra, em seus primórdios, como esfera em estado de fusão e densidade mais próxima da matéria líquido-gasosa (estado crítico) que se torna matéria sólida ao longo de trilhões de anos.

Os gigantes, uma raça de humanos desaparecida, seja como fruto de experiências genéticas de extraterrestres ou uma raça arcaica, seriam, então, parte de uma cadeia de tipos humanos criados em um ciclo natural de evolução da natureza terrena e poderiam, de fato, ter existido. Mitologias de muitos povos falam desses homens colossais. Ainda na Bíblia, um deles chega a ser explicitamente nomeado: Golias, um guerreiro filisteu, aquele que foi derrotado pelo pequeno Davi, segundo rei dos judeus. Também os gregos contam histórias de gigantes referindo-se a eles como uma primeira geração de filhos de deuses, nascidos da união da Terra (Gaia) com o Céu (Urano):

Fecundada por ele [Urano], Gaia dá à luz os Titãs, os Ciclopes e os Hecatônquiros (gigantes de cem braços e cinqüenta cabeças)... A lenda cosmogônica de Hesíodo mostra Cronos [um Titã], o Tempo, indomável filho de Gaia e Urano, revoltado contra o pai por este fecundar incessantemente a mãe... Para que Gaia não continue gerando infinitamente, Cronos corta aos testículos do pai... Ao cair sobre a Terra, o sangue de Urano ainda uma vez a fecunda, gerando as Erínias.. os Gigantes e as Melíades, ninfas das árvores. (Mitologia, vol. III)

Entre os povos nórdicos, também chamados vikings, os gigantes são personagens de inúmeras lendas, a começar pela Antropogênese, tal como na Grécia. Ali, nas regiões geladas do norte europeu, o Gigante de neve Ymir deu origem a todos os outros gigantes do mundo. Somente depois dos gigantes é surge a raça de humanos tal como a conhecemos hoje, criada por deuses. Na mitologia viking, gigantes, homens comuns e deuses conviveram e muitas estórias falam de episódios envolvendo as três raças, como a união entre o deus Freyr e a gigante Gerd.

Entre os testemunhos arqueológico-arquitetônicos da realidade de uma raça de gigantes, os teósofos mencionam monumentos colossais bastante conhecidos: pirâmides, que no passado foram consideradas como peculiaridade da civilização egípcia, hoje espantam o mundo com suas similares; primeiro as descobertas na América pré-colombiana e mais recentemente, pirâmides na Bósnia, na Ucrânia e na China. Os círculos de pedras como Stonehenge (Inglaterra), que possuem seus "aparentados" em vários lugares do mundo sendo que última ruína deste tipo foi descoberta em território brasileiro, no estado do Amazonas.

Moais
Moais, as gigantes estatuas da ilha de Páscoa

As estátuas inexplicáveis e gigantescas da Ilha da Páscoa (ilustração acima); os "budas" do Afeganistão (destruídos pelos talebans). Estes cinco "budas" seriam, na verdade, representantes de cinco raças humanas; quatro já extintas sendo a quinta, a raça atual.

Buda Afegão


Buddhas do Afeganistão: Os "buddhas" do Vale Bamiyan,Afeganistão, hoje destruídos pela ação da milícia taleban. As estátuas maiores têm proporções colossais: 55 metros e 38 metros de altura, respectivamente.

Eram estátuas são tamanhos diferentes; a maior era colossal, ou seja, uma referência às dimensões gigantescas dos homens entre a primeira e a quarta raça. A raça contemporânea, de hoje, a quinta raça, de menor estatura, foi precedida pelos gigantes Atlantes (quarta Raça) e Lemurianos (Terceira Raça). A primeira e a segunda Raças, formadas por indivíduos de proporções também colossais não eram, porém, dotadas de corpos densos sendo por isso denominadas de "os sem ossos". O evolucionismo teosófico, que em tudo se contrapõe ao darwinismo e à antropologia acadêmica ortodoxa, sustenta-se também recorrendo a elementos da geologia e da bioquímica:

Se podemos conceber uma bola de "névoa ígnea" que se converte pouco a pouco - à medida que gira nos espaços interestelares durante evos e evos - em um planeta, em um globo com luz própria para finalmente ser um Mundo ou uma Terra povoada de homens, havendo assim passado de corpo plástico e mole para um Globo rochoso; se vemos tudo evolucionar neste Globo desde o ponto gelatinoso... Protoplasma, Monera, que logo passa do seu estado de protista à forma animal para depois crescer e tornar-se um gigantesco e monstruoso réptil... e mais tarde diminuir gradativamente até o tamanho do crocodilo... como só o homem, então, poderia subtrair-se à lei geral? ... A crença nos Titãs tem por fundamento um fato antropológico e fisológico. (BLAVATSKY, p 170)

Há muito o homem contemporâneo acostumou-se a pensar em gigantes, centauros, sereias e outros seres fantásticos como personagens mitológicos, figuras simbólicas, alegorias cuja existência objetiva seria completamente impossível. Os relatos dos povos antigos são considerados como uma incrível proeza de imaginação que, entretanto, de alguma forma, deve ter-se perdido posto que a humanidade atual não é capaz de conceber nem sequer uma pequena fração dessas fábulas por conta própria.

É o caso de se perguntar como e por quê, na Antiguidade, a psique de sociedades inteiras perdia-se em tão exóticas criações. Talvez, se hipóteses de estudiosos como Eric von Daniken ou as teorias teosóficas fossem examinadas com mais seriedade pela ciência pós-moderna descobertas surpreendentes pudessem acontecer. Os antigos não seriam, então, tão alucinados e suas histórias e mitos poderiam ser explicados como relatos verdadeiros baseados em fatos e criaturas extintas mas que um dia, foram reais.

BIbliografia

Bíblia Sagrada. São Paulo: Ed. Claretiana, 2005.
BLAVATSKY, H.P.. A Doutrina Secreta vol III - Antropogênese. [Trad. Raymundo Mendes Sobral] São Paulo: Pensamento, 2001.
Mitologia Greco-Romana - vol I. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
Os Viquingues vol I. (coleção Grandes Impérios e Civilizações). Madrid: Ed. del Prado, 1997.

Como Abrir Portais

Entrando em contato com o Mundo Sobrenatural

As escolas antigas de ocultismo reconhecem a existência de "4 Mundos" que interagem com o homem, são eles:

1 - O "Mundo Físico", este mundo possui uma particularidade, ele é formado pela junção de dois outros mundos, o "Mundo em que vivemos" e o "Mundo Etérico" (da alma).
2 - O "Mundo Astral", É o mundo da imaginação, da visão subjetiva, das viagens astrais. Região onde são realizadas as magias e feitiços.
3 - O "Mundo Espiritual", é o mundo da contemplação da fé, mundo dos anjos... Ao contrário do que muitos poderiam pensar, não é onde as almas desencarnadas ficam.
4 - O "Mundo Mental", é o mais elevado. Está relacionado á meditação e a intuisão; ao poder psíquico e as doenças psicossomáticas.

Neste artigo abordaremos especificamente o "Mundo Astral".
Abrir um portal para ter acesso a outras dimensões, pode parecer algo exclusivo de um ritual realizado com toda pompa por um(a) bruxo(a). Na maioria dos casos sim, porém apresentaremos um exercício simples, com resultado eficaz e rápido que poderão dar ao leitor a perfeita noção de como é acessar o "Mundo Astral".

Lembramos que para esta experiência usaremos tão somente nossa visão subjetiva.

Portal

Figura ilustrativa de como os Templários veem os portais.

FAÇA SUA EXPERIÊNCIA
Material necessário:

- Um espelho médio
- Uma vela, fósforos e pires
- Ambiente escuro ou meia luz.

Em um ambiente escuro acenda um a vela sobre o pires ou prato (faça isso longe de objetos inflamáveis).

Fique a uma distância de aproximadamente uns 40cm do espelho (em pé ou sentado). Coloque a vela a sua direita (ou no chão mesmo), um pouco afastado e de modo que ilumine sutilmente sua face. Fixe sua visão em um ponto imaginário entre seus olhos. Evite piscar, fique com os olhos aberto.

De frente para o espelho, Fixe sua vis�o num ponto imagin�rio entre seus olhos.

Resultados:
Seus olhos começaram a ficar cansados. Neste ponto da experiência, um portal se abrirá atrás de seu reflexo. Importante não desvie sua atenção, fixe no ponto entre seus olhos observe a totalidade do espelho apenas com a sua visão periférica.

O que você poderá ver, entre outras coisas:
- Um mundo estranho se formando atrás de você...
- Seu rosto se transformará em outro...
- Seu rosto poderá perder a pele mostrando os ossos...
- Um ser estranho poderá surgir no espelho...

A experiência poderá ser repetida em outros cômodos da casa, e em cada cômodo uma visão diferente poderá surgir no espelho.

Há perigo do portal ficar aberto ou de alguém ficar preso nele?
Não há possibilidades que isto ocorra. Quem fez o exercício, perceberá que ao piscar os olhos, perde-se completamente o contado com o mundo Astral e o portal se fecha.

Uma explicação científica.
Quando você fica olhando fixamente algo. Alguns pontos da visão que identificam as cores e formas ficam exaustos e enviam mensagens com falhas para o cérebro. Este para continuar atento, completa a informação como lhe bem convém, daí a formação de imagens estranhas e assombrosas. Algo Sobrenatural? A verdade é que este exercício é muito utilizado no ocultismo. Este procedimento também é utilizado pelo médium na leitura da bola de cristal. De qualquer forma é um ótimo exercício para se treinar a visão Etérica
.

O incrível caso de Phineas Gage

Em 1848, Phineas Gage era supervisor de construção de ferrovias da Portland & Burland Railroad. Impávido e dotado de um senso de responsabilidade incomum, o jovem e zeloso capataz – ele tinha apenas 25 anos de idade – reservava para si as tarefas mais perigosas. Poupando os seus subordinados das atividades que envolvessem sérios riscos, assumia pessoalmente a responsabilidade de explodir as rochas situadas no traçado da estrada de ferro.


Cranio e imagem de Phineas Gage, reconstituída a partir da máscara mortuária

Naquele fim de tarde, em Vermont, Estados Unidos, o jovem capataz protagonizou um acidente histórico, que permitiu à Ciência constatar que os danos ao córtex cerebral afetam a personalidade do indivíduo.

Uma carga de pólvora fora colocada pelo próprio supervisor na abertura de uma rocha. Então Gage empunhou uma barra de ferro de um metro de cumprimento e 2,5 centímetros de diâmetro para socar o orifício. Inadvertidamente, a barra resvalou na abertura do buraco. O atrito ocasionou uma fagulha, que fez a pólvora acender. Conforme esclarece R. M. E. Sabbatini (http://www.cerebromente.org.br/n02/historia/phineas_p.htm), a explosão que se seguiu “projetou a barra, com 2.5 cm de diâmetro e mais de um metro de comprimento contra o seu crânio, a alta velocidade. A barra entrou pela bochecha esquerda, destruiu o olho, atravessou a parte frontal do cérebro, e saiu pelo topo do crânio, do outro lado. Gage perdeu a consciência imediatamente e começou a ter convulsões. Porém, ele recuperou a consciência momentos depois, e foi levado a médico local, Jonh Harlow que o socorreu. Incrivelmente, ele estava falando e podia caminhar. Ele perdeu muito sangue, mas depois de alguns problemas de infecção, ele não só sobreviveu à horrenda lesão, como também se recuperou bem, fisicamente.”



Como ficou Phineas Gage após o acidente

Todavia, o zeloso Gage anterior à explosão, “descrito como equilibrado, meticuloso e persistente quanto aos seus objetivos, além de profissional responsável e habilidoso”, conforme pondera Cristina Marta Del-Ben (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832005000100004), simplesmente desapareceu. Em seu lugar, assomou, conforme concluiu o neurobiologista António Damásio, “uma pessoa impaciente, com baixo limiar à frustração, desrespeitoso com as outras pessoas, incapaz de adequar-se às normais sociais e de planejar o futuro. Não conseguiu estabelecer vínculos afetivos e sociais duradouros novamente ou fixar-se em empregos.”

Embora tenha milagrosamente sobrevivido à explosão, o capataz, que permanecera o resto da vida com a barra de ferro transfixada na face, tornou-se mesmo uma pessoa completamente diferente. Pouco tempo depois ao acidente – acresce Sabbatini – Phineas começou a ter mudanças surpreendentes na personalidade e no humor. “Ele tornou-se extravagante e anti-social, praguejador e mentiroso, com péssimas maneiras, e já não conseguia manter-se em um trabalho por muito tempo ou planejar o futuro.” O Phineas sobrevivente – pontuam William K. Purves, David Sadava e Gordon H. Orians – “era briguento, mal humorado, preguiçoso e irresponsável. Tornou-se impaciente e obstinado, passando a usar um linguajar rude nunca antes utilizado por ele.” “Phineas já não é mais Phineas”, diziam seus amigos.


Imagens do crânio e da barra de ferro que atingiu Phineas Gage

Estudos recentes, desenvolvidos pelos neurobiologistas portugueses Hanna e António Damásio, indicam que a maior parte dos danos sofridos por Gage incidiu sobre a região ventromedial dos lobos frontais, em ambos os lados, sem que a área cerebral responsável pela fala e funções motoras fosse afetada. Os cientistas, da Universidade de Iowa, empregaram técnicas de computação gráfica e de tomografia cerebral para avaliar a possível trajetória da barra de ferro, concluindo que as alterações de comportamento provavelmente decorreram da lesão. Observaram os pesquisadores que outros pacientes, com lesões semelhantes à de Gage, igualmente apresentaram déficits nos processos de decisão racional e no controle das emoções.


Reconstituição dos danos sofridos por Gage por computação gráfica

William K. Purves, David Sadava e Gordon H. Orians apontam que Gage passou o resto de sua existência como um desocupado, ganhando a vida contando a sua história, exibindo a barra de ferro e as suas cicatrizes. Ele morreu treze anos depois do acidente, pobre e epilético. Seu crânio, sua máscara mortuária e a barra de ferro estão em exibição no Museu da Faculdade de Medicina da Universidade de Havard.


Crânio de Phineas Gage

O terrível acidente que vitimou Phineas Gage permitiu à medicina constatar, em definitivo, que a personalidade do indivíduo reside no encéfalo. O acidente tornou-se um caso clássico nos livros de ensino de neurologia, já que, conforme pondera Sabbatini, a parte do cérebro afetada – os lobos frontais – passou a ser associada às funções mentais e emocionais que, no caso de Gage, ficaram alteradas. Ou, em síntese, como disse António Damásio,"Gage foi o início histórico dos estudos das bases biológicas do comportamento".

Fontes:

R. M. E Sabatini, “O espantoso caso de Phineas Gage”, disponível em:http://www.cerebromente.org.br/n02/historia/phineas_p.htm .

William K. Purves, David Sadava, Gordon H. Orians et al. : “Vida: a Ciência da Biologia”.

Jim Hiks et al. : “Para além da mente”, Col. “Mistérios do desconhecido”, Times-Life.

Cristina Marta Del-Ben: “Neurobiologia do transtorno de personalidade anti-social”, disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832005000100004.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Agricultor Libanês Exibe Oliveira em Formato de Mão

Um agricultor da aldeia libanesa de Hasbaya decidiu exibir uma oliveira de 85 anos que se assemelha ao formato de uma mão. De acordo com a agência AFP, Fendi al-Halabi decorou a árvore, que acredita ser milagrosa, com uma bandeira do Líbano.

Há alguns dias, outra árvore tornou-se atração em uma estrada de Cambridgeshire, na Inglaterra. Em forma de galinha, ela parece ter sido esculpida pelo famoso personagem interpretado por Johnny Depp no cinema: Edwrad Mãos de Tesoura.

Oliveira em formato de mão

Oliveira em formato de mão


Fonte: Terra